Os móveis, de gosto neo-renascentista, foram executados em Portugal, cerca de 1860, em madeira de carvalho do norte e fazem parte de um conjunto mais vasto repartido por várias salas do palácio. Este quarto foi registado numa aguarela de Enrique Casanova, que serviu como referência iconográfica para o seu restauro e reconstituição histórica, em 2005.