20 de Novembro de 2017
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Andar Nobre

O Andar nobre do palácio era dedicado às recepções de gala. Neste piso encontram-se a Sala do Corpo Diplomático, a Sala do Trono, a Sala D. João VI - onde se realizavam os bailes -, a Sala dos Grandes Jantares - onde se realizavam os banquetes - entre outras salas de recepção oficial. De caracter privado são o Atelier de Pintura, a Biblioteca e o Quarto de Cama do Rei, criado no último ano da vida de D. Luís, em 1888, por conselho médico.

Lista de Conteúdos

  • Foto Henrique Ruas IMC/PNA

    Aconselhado pelos seus médicos, D. Luís aceitou transferir os seus “quartos” para o andar nobre, em 1888, último ano da sua vida. Parte do mobiliário do Quarto do Rei foi trazido nesse ano para esta dependência, ficando os aposentos do piso térreo transformados em pequenas salas.
  • Foto Henrique Ruas IMC/PNA

    Em 1888, este foi o Gabinete de Trabalho do rei D. Luís e chegou mesmo a ser utilizado como Sala do Despacho, apesar de uma decoração de carácter mais intimista do que de representação de Estado.
  • Foto Henrique Ruas IMC/PNA

    A decoração das salas vai-se tornando mais cuidada à medida que nos aproximamos da Sala do Trono, correspondendo à importância crescente dos convidados.
    Na parede principal destaca-se o retrato de D. Maria Pia, com 33 anos, vestida de gala, em azul e branco, cores da monarquia portuguesa Pintura de Carolus Duran, uma das peças emblemáticas do Palácio Nacional da Ajuda.
  • Foto Henrique Ruas IMC/PNA

    Três tapeçarias da Manufactura dos Gobelins decoram esta sala, onde as mulheres dos diplomatas aguardavam para prestar os cumprimentos aos reis.
  • Foto Henrique Ruas IMC/PNA

    Embaixadores e restante Corpo Diplomático, na qualidade de representantes dos respectivos monarcas, tinham aqui o seu lugar, antes de lhes ser facultada a entrada na Sala do Trono.
  • Foto Henrique Ruas IMC/PNA

    Durante quase dois séculos esta foi a sala da mais alta representação da Nação. À entrada do monarca na Sala do Trono os músicos tocavam o Hino da Carta.
  • Foto Henrique Ruas IMC/PNA

    Este foi o cenário da maioria dos banquetes da Casa Real e de algumas cerimónias marcantes do século XIX, como a Aclamação de D. Miguel (1828) ou o casamento de D. Carlos (1886). Sempre deslumbrante, a sua decoração incluía invariavelmente uma profusão de plantas e de pratas que rebrilhavam à luz das velas, multiplicadas pelos monumentais espelhos.
  • Última sala no eixo directo da Sala do Trono, esta era a Sala dos Archeiros nos dias de gala. Uma acústica notável levava a que fosse também utilizada para concertos.
    A pintura do tecto abobadado é de autor desconhecido; apresenta, por entre uma estrutura arquitectónica de forma elíptica, um céu de azul suave, manchado por nuvens.
    No pavimento de desenho geométrico, em mármore preto e branco, a legenda «Antonio Moreira Rato & F.os EXECUTARAM 1891» identifica os autores.
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